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Olá,   leitor(a)

Aqui, você conversará com palavras e estórias
diferentes e contundentes.

Envolva-se no enlevo de fruir de
boa e séria Literatura.

Lance-se ao encontro de magnéticos
Sussurros da Voz

Caverna

as cabeças, monstruosas, e a cidade

que elas constroem, em busca 

da felicidade 

se ainda uma vez fosses a minha dor

e um lábio passasse por perto

do lado de cá, neste lugar

onde ando além de mim mesmo

eu te levaria

por esta estrada

em frente

Paul Celan, nascido na Romênia, 1920  suicídio em Paris, 1970

Começo, mais do que tardiamente, a publicar meus escritos. Aos 62 anos. Por óbvio que as fotos, presentes aqui e lá embaixo, são de outrora. Temos todos direito a vaidades e nostalgias.

Formado em Filosofia, em 86, pela UFJF, Juiz de Fora. Em 87, junto com Eudes de Souza e Giovanni Scarascia lançamos, em Viçosa,  um jornal cultural alternativo, o Expressão, que foi bastante aplaudido pelo meio cultural alternativo, chegamos a ser citados por ativistas culturais nos jornais  O Globo e  O Estado de  Minas.

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um tecido desejado

“Falando de livros, ele já poderia impor-se à consideração de Marinho, visto que era sempre o primeiro a adquirir as obras acabadas de chegar às livrarias da cidade. Não tinha evidentemente tempo para ler todas, mas sabia-lhes da existência, do formato, da sedução exterior, podia mostrá-las nas fartas prateleiras da sua casa. Os livros ofereciam-lhe um deleite quase carnal.

Era a própria vida condensada, acessível, fechada em volumes, que se transportava comodamente para um recanto solitário, a vida que se palpava com as mãos e à qual era fácil entregar-se ou negar-se conforme lhe aprouvesse. Os seus dedos magros gozavam o contacto do papel, o rasgar das folhas, os primores da impressão, tal uma mulher se delicia ao sentir sobre o corpo o tecido desejado”

Trecho da obra de Fernando Namora,  “Fogo na noite escura”, página 279. Namora é um escritor português, falecido em 1989

café da manhã de domingo

menino mendigo. rapaz incapaz.

apanhado  -  policiado

desacompanhado

desfocado

cortado

faminto

à porta da padaria.

à saída da missa.

sem apanhar ou ganhar

o pão nosso gostoso de cada dia

​​

roberto soares coelho

centro de vitória, es

ei, óia um pouco
eu aí nas esferas

APRESENTAÇÃO
DAS OBRAS


TRECHOS LIBERADOS

LIVRARIA

entre uma leitura e outra,
desvele entes e gentes,  visite
 


 fotografias

Sobre

sobre o autor
 

Começo, mais do que tardiamente, a publicar meus escritos. Aos 62 anos. Por óbvio que as fotos aqui presentes são de outrora. Todos temos direito a vaidades e nostalgias.

Nascido em São Miguel, próximo à famosa Viçosa.

Formado em Filosofia, em 86, pela UFJF, Juiz de Fora. Em 87, junto com Eudes de Souza e Giovanni Scarascia lançamos, em Viçosa,  um jornal cultural alternativo, o Expressão, que foi bastante aplaudido pelo meio cultural alternativo, chegamos a ser citados por ativistas culturais nos jornais  O Globo e  O Estado de  Minas.

 

Festivos tempos. Foi uma época de verdadeira explosão criativa e artística no jornalismo cultural alternativo. Milhares de publicações de norte a sul do Brasil. Sequer se sonhava com algo chamado Internet.

Durou vibrantes e gratificantes 16 edições, apenas. Pois Eram muitas as dificuldades. Era tudo no braço. Conseguíamos pagar apenas quinhentas edições por  quinzena, e tínhamos que buscar os jornais de ônibus, em Juiz de Fora, quase duzentos quilômetros.

Mas depois fomos convidados pelo maior jornal da cidade, para o Expressão ser incluído como  encarte cultural do Folha da Mata. Foi breve a experiência, linhas editorias se chocando, mas foi também gratificante, tivemos nossos méritos reconhecidos. Grato ao proprietário Pélmio Simões e ao seu redator-chefe, Womer Welareo.

Depois, Belo Horizonte. Também breve temporada no meio literário. Mas cheguei a fazer parte do agitado Sindicato dos Escritores de Minas Gerais, à época presidido por Danilo de Castro. Divertidas, originais e sérias histórias, a se contar ainda. Foi nessa época que tive a visão do Dala.

Mas, por fim, caí nas garras do serviço público. e me esqueci como escritor. Fui trabalhar em Vitória, ES. Participei apenas da   Antologia de Poetas Capixabas, em 2000, organizada pelo dramaturgo, escritor e poeta Wilson Coelho. De resto, fragmentos, obras incompletas, sempre proteladas. Sabe-se: para alguns a segurança financeira mata a criatividade.

Somente agora, mais de vinte e cinco anos depois, me liberto. E me lanço. Não quis, ou não soube pagar o preço de me entregar de corpo e alma à Literatura. Mas, como se diz, sempre é tempo de começar.

Depois quero me estender mais sobre o perigoso desgaste deste embate, entre criatividade e segurança, entre desafio e monotonia. No meu caso, o desfecho foi dramático. Mas fica para outro momento. Quem sabe, no meu nono livro, que já comecei, fale um pouco, ou muito, ou tudo.

​                                                                             *

Sobre as fotos. Uma quando visitei Manuelzão, o amigo e personagem de Guimarães Rosa, em 89, lá em Andrequicé, no norte de Minas. Tenho uma carta dele para mim, está na seção de Fotografias. 

 

 

 

 

 

 

 

 

Outra, posando como fotógrafo, na Ilha do Boi, em Vitória, lá em cima, à época em que tinha pretensões prifissionais na área, e depois e tornou apenas hobby, ou melhor, exercício de desvelar dos entes e gentes. Tenho quase um milhar de fotos. Aos poucos, vou inundar este site com elas.

 

 

 

 

 

 

Duas fotos durante a minha participação na referida Antologia de Poetas, numa delas o perspiscaz Wilson Coelho me observando manipular maquinismos e se abastecendo.

 

E a mais antiguinha e descontraída de todas, também lá em cima, ao lado de minha modesta máquina de escrever (quem diria, isso existiu mesmo e muito nos serviu), na qual forjei meus três primeiros livros - Dala, Ratões... e Mané e Andreas e, depois, parte de Isaía, Irma e Baiano.

Já íamos pelo meio da década de 90, morava em Ipatinga, Vale do Aço. Bons tempos, lá encontrei o mais acolhedor, festivo e criativo grupo com o qual consegui me integrar. Sou portador de razoável fobia social, esclareço logo. Mas sequer imaginávamos que o mundo estava prestes a mergulhar neste turbilhão tecnológico, comportamental e de desastre ambiental. Mas a Revolução Planetária e Transcendente está a caminho, creio firmemente que. 

Voilá.

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